segunda-feira, 24 de março de 2014

Curiosidades: Pesos e medidas na cozinha

Olá pessoal, boa tarde! 

Hoje vou falar de um assunto que gera muitas discussões dentro de uma cozinha: Os pesos e as medidas!

•       Quantas vezes você já se deparou com uma receita e, na hora de "colocar a mão na massa", viu que não tinha como medir 150 gramas de farinha de trigo ou 15 ml de azeite? As Receitas que possuem medidas expressas em colheres, xícaras ou copos são profissionais ou são medidas caseiras?
A falta de padronização de utensílios em nosso país é evidente, veja:

Colheres de sopa de 10 e 14 ml
Colher de servir de 25 a 30 ml
Colher de chá de 2 a 4 ml
Colher de café de 1,5 a 2 ml
Xícaras médias de 130 a 150 ml
Copos de 160 a 200 ml

A associação Americana de padrões determina que:

Colher de sopa 14,79 ml com tolerância de 0,73 ml.
Colher de chá 4,93 ml com tolerância de 0,24 ml.
Xícara média 236,6 ml com tolerância de 11,8 ml.
1 colher (chá) - 5ml -  5g
1 colher (sopa) - 15ml - 10-15g
1 xícara - 245ml - 16 colheres (sopa)
3 colher.(chá) -1 colher (sopa)

Líquidos (leite, água, óleo, bebidas alcoólicas, café, etc.):

1 xícara = 240 ml
1/2 xícara = 120 ml
1/3 xícara = 80 ml
1/4 de xícara = 60 ml
1 colher (sopa) = 15 ml
1 colher (chá) = 5 ml


Equivalências de medidas:

1 Litro =4 copos americanos 1000 ml
1 Xícara =16 colheres (sopa) 240 ml
1 Colher (sopa)=3 colheres (chá) 15 ml
1 Colher (chá)=1/3 colher (sopa) 5 ml


Colher de sopa (C) e colher de chá (c):


•  Ingredientes secos: medida rasada
•  Ingredientes viscosos (mel) : derramar sobre a colher para evitar que nas costas da mesma, fique aderido ingrediente.
Xícara (xic):

Alimentos secos (farinhas, féculas, açúcar, chocolate, etc.). Colocar as colheradas na xícara, sem bater, para conseguir o nivelamento, sob pena de alterar o peso.

Grãos e cereais:

Mergulhar a xícara no ingrediente e bater para ter o nivelamento.

Alimentos úmidos (açúcar mascavo):

Pressionar o ingrediente na xícara para retirar o ar.

Medidas diversas & Temperaturas:

1 onça (oz) = 28,35 g
1 libra (lb) (pound) =16 oz = 454 g
1 pint = 480 ml
1 quart = 946 ml

Conversão graus:

Para converter Fahrenheit em centígrado: Subtraia 32, e em seguida multiplique por 5/9 (ou por 0,56).
Celsius = Fahrenheit - 32 x 0,56
Para converter centígrado em Fahrenheit: Multiplique por 9/5 (ou 1,8) e em seguida some 32.
Fahrenheit = Celsius x 1,8 + 32


Artigo: Entrevista de Alain Ducasse

Olá pessoal, boa tarde!

    Sei que muitas pessoas ainda não conhecem a grande maioria dos grandes Chef's de cozinha ao redor do mundo, então estou propondo falar um pouco sobre eles para que possam entender quem foram, o que fizeram para contribuir para o mundo da Gastronomia e porque são tão famosos. 

    Esta semana irei falar sobre o grande Alain Ducasse!
Retirei de uma revista Veja uma reportagem que achei muito interessante sobre ele.


Há vários hotéis cinco-estrelas e restaurantes três-estrelas, mas apenas um cozinheiro possui catorze-estrelas. Ele se chama Alain Ducasse. Aos 51 anos, esse francês que cresceu numa fazenda entre galinhas, patos e gansos comanda um império gastronômico mundial. São 21 restaurantes em oito países, onde trabalham 1.400 pessoas. 

Antes de iniciar uma volta ao mundo para visitar seus domínios, Alain Ducasse conversou com VEJA em seu restaurante do Hotel Plaza Athénée, em Paris.

Veja – Nos últimos 100 anos, a alimentação humana sofreu mudanças dramáticas. Qual é sua percepção do resultado? 

Ducasse – No que diz respeito à gastronomia, passamos de uma cozinha que impunha seus pratos para uma que faz propostas aos consumidores. Além disso, a excelência e a qualidade estão cada vez mais presentes. Nunca se louvou tanto a boa preparação dos alimentos. Pode-se comer melhor hoje em casa ou na rua do que no passado. A tendência geral aponta para uma alimentação mais saudável, leve, equilibrada, rápida e barata. Nunca como agora os bons hábitos alimentares e os malefícios para a saúde de uma alimentação inadequada foram tão amplamente difundidos. A comida tornou-se um elemento fundamental da economia mundial. Há um acesso maior a uma imensa variedade de produtos e, conseqüentemente, ampliou-se a possibilidade de combiná-los – inclusive pelos avanços da tecnologia culinária.  

Veja – O prazer à mesa deriva apenas da preparação e do sabor dos alimentos? 

Ducasse – Não. Para nós, latinos, principalmente, comer é uma oportunidade de convívio. A refeição ocupa um lugar central em nossa cultura. O prazer tem relação com quem compartilhamos a comida. Trata-se de um ato de troca e comunicação. Em família, com amigos ou entre um casal, a predisposição para aproveitar o sabor é maior. Como resultado das minhas viagens aos Estados Unidos, criei na França o restaurante La Boulangerie, onde as pessoas comiam sozinhas, em frente ao espelho. Não funcionou. Tivemos de mudar. Colocamos, então, grandes mesas coletivas, como nos tempos dos albergues do século XVI, onde as pessoas se sentavam segundo a ordem de chegada das diligências e comiam umas em frente às outras. O restaurante tornou-se um sucesso. Em outras culturas, comer significa apenas se nutrir. Nós até podemos chegar lá, mas a meu ver não será uma boa evolução.  


Veja – Qual é a receita do restaurante ideal? 

Ducasse – O restaurante é, evidentemente, um lugar para comer. Mas, ainda que a comida seja o principal, o ambiente é de fundamental importância para compor a harmonia gastronômica. O restaurante Le Louis XV, no Hôtel de Paris de Mônaco, mobiliza em torno de um só cliente cinqüenta objetos de serviço, entre pratos, copos, talheres etc. Quarenta pessoas estão a serviço do freguês. Ele reina. Tudo isso para lembrar que se está ali, em primeiro lugar, por causa do prazer proporcionado pelo restaurante. Chamo isso de "sentimento" do lugar. Todo restaurante, do mais simples ao mais sofisticado, enfrenta a mesma problemática: encontrar o "sentimento". A clientela, por sua vez, deve se sentir, ao mesmo tempo, atriz e espectadora desse espaço.


Veja – Qual é sua conduta para abrir um restaurante em um lugar desconhecido? 

Ducasse – Procuro saber primeiro o que as pessoas comem no cotidiano, quais são suas preferências. Visito, ainda, as feiras livres e os mercados, para observar a riqueza e a variedade dos produtos. Em Kioto, no Japão, a relação das pessoas com a comida é completamente diferente da que se observa em Las Vegas, nos Estados Unidos. Portanto, não se pode propor o mesmo conceito em lugares distintos. Esse é um aspecto no qual a globalização ainda não teve grande influência. Num segundo momento, vou comer nos restaurantes locais. De posse do conjunto de informações cruzadas, vejo se posso contribuir, por meio da minha experiência pessoal aliada à tradição da culinária francesa. Ou seja, utilizar o método mais adequado para manter o sabor original dos produtos locais, enriquecendo-os com temperos e acompanhamentos atrativos.  


Veja – A culinária francesa ainda tem a ressonância de outrora? 

Ducasse – Ela é um clássico. Quem estuda arquitetura precisa conhecer o que os italianos fizeram em Florença, Veneza e Roma. Podemos não estar na melhor posição para vender computadores aos chineses, mas gastronomia ainda é conosco. Ninguém consegue subtrair o que a história nos legou. Os franceses codificaram, criaram hierarquia e acumularam conhecimentos profundos sobre o modo de preparar alimentos. A comida nos provoca grande curiosidade. Aprendemos a ser permeáveis sem deixar que a influência externa destrua nossas raízes. Nós nos inspiramos, não copiamos. Repare: os japoneses fazem uma espécie de ravióli cozido de um lado, que deixa o vapor sair do outro. Inicia-se o cozimento com água e óleo de gergelim em uma grande panela. Não acho o resultado interessante. Mas podemos nos apropriar da técnica para caramelizar os raviólis de cogumelos com recheio de presunto, uma iguaria. A atitude francesa em relação à culinária é um conhecimento indispensável para o bom cozinheiro.  


Veja – Qual é o papel de um grande chef na culinária moderna? 

Ducasse – Ele é como um maestro: dirige a cozinha e imprime o ritmo no salão. O chef é o centro em torno do qual gravita todo o funcionamento do restaurante. Seu, digamos, território mental deve estar expresso no conteúdo dos pratos. Se possível, com uma forma original e um perímetro de sabor bem definido. Ao criar uma culinária, é preciso ter a preocupação de perenizá-la. Receitas que buscam só efeitos são um sucesso apenas momentâneo.  


Veja – Muitos criticam a ausência dos cozinheiros famosos na cozinha dos seus restaurantes. O chef deve permanecer sempre junto ao fogão? 

Ducasse – Sim, como eu...  


Veja – Não é o que se diz...

Ducasse – Estou brincando. Pouco importa se o chef exerce sua culinária nas panelas ou na cabeça. O importante é criar intelectualmente e delegar a uma equipe bem formada e azeitada a execução das receitas. E, ao final, assumir a responsabilidade se o restaurante vai bem ou mal.  


Veja – Quem executa melhor suas receitas, o senhor ou seus cozinheiros?

Ducasse – Franck Cerruti, meu cozinheiro-chefe no Louis XV, executa melhor do que eu.


Veja – Por quê? 

Ducasse – Porque é um trabalho de todos os dias no qual a repetição do gesto técnico leva à proximidade da perfeição – e Cerruti fica na cozinha do restaurante de manhã até a noite. Estou para fazer uma viagem de volta ao mundo, para visitar meus restaurantes. No entanto, quando chegar às cozinhas, vou dizer ao pessoal: "Eu não estou contente, vocês são ruins, faz-se melhor em outros lugares". Isso evita a rotina, desafia e estimula o espírito de competição – o que acaba por favorecer o cliente.


Veja – Na culinária, a criação em equipe é possível? 

Ducasse – Sim. Quando se confia na equipe, é imperativo escutar. Na formulação de um novo prato, nenhuma contribuição é desprezível, todas devem ser recolhidas. A síntese e a decisão final são individuais, do chef. Sou democrático, mas quem quiser trabalhar comigo tem de aderir aos doze princípios que formulamos em nosso livro vermelho.  

Veja – Quais são eles?

Ducasse – Pela ordem: paixão, prazer, compartilhamento, harmonia, performance, rigor, curiosidade, diversidade, excelência, respeito, audácia e memória.


Veja – A alta gastronomia deve ser necessariamente cara? 

Ducasse – Essa questão é levantada com menos freqüência em relação aos preços da alta-costura. Ora, o brilho da alta-costura serve como referência máxima da moda, ajuda a impulsionar o prêt–porter. E a tecnologia de ponta dos carros de F1 se presta ao desenvolvimento da indústria automobilística. A mesma coisa acontece com a alta gastronomia, que contribui para a culinária de modo geral. Ela só pode ser cara. Afinal de contas, é feita com conhecimento e técnicas apuradas, por profissionais altamente qualificados e com os melhores produtos. É proposta ao cliente acompanhada de objetos refinados e no contexto de ambientes raros. Como em qualquer outro campo, a excelência merece ser premiada.


Veja – Chega-se à supremacia culinária pela genialidade ou pela técnica? 

Ducasse – Eu não conheço gênio em culinária. O mais importante é o trabalho. A posse de conhecimento ultrapassa fronteiras, etnias e religiões. Leve o melhor enólogo para a China e dê-lhe condições para produzir um bom vinho. Se a natureza propiciar um mínimo de requisitos, nascerá um produto interessante. Evidentemente, ele não será nunca tão bom quanto um Bordeaux. Da mesma forma, um tomate é melhor se nascido às margens do Mediterrâneo. Isso não podemos modificar. Mas o saber é a melhor ferramenta para operar em ambientes restritos. Tenho grande apreço pela difusão do conhecimento. Por isso, fundamos a Alain Ducasse Formation. Neste ano, pela quinta vez, publicaremos um volume com mais de 1.100 páginas, com fotografias e receitas de todos os meus restaurantes pelo mundo. Não sou daqueles que acham que o saber gastronômico deve ser guardado como um tesouro no cofre.


Veja – O senhor já comeu feijoada? 

Ducasse – Sim, o grande prato nacional brasileiro. É o equivalente ao poule au pot na França, embora os ingredientes sejam mais parecidos com os do cassoulet.  

Veja – O senhor aceitaria o desafio de aperfeiçoar o preparo da feijoada?

Ducasse – Nós poderíamos nos debruçar sobre o assunto. O caminho da evolução deve acompanhar os anseios dos consumidores. Nesse particular, imagino que os cozinheiros brasileiros talentosos já tentaram tornar a feijoada mais leve, uma tendência da sociedade moderna. Mas não sou favorável a que se interfira radicalmente em pratos tradicionais de grande consistência. Eles devem permanecer tais como são, na sua essência original. Esses pratos servem como referência coletiva e, por isso, devem ser preservados. Estudei muito a história docassoulet e, em nosso bistrô Benoit, preparamos o prato da maneira mais tradicional possível.  



Fonte: Revista Veja-Abril 2008

quarta-feira, 19 de março de 2014

Receita: Torta de areia

Olá pessoal :)



Esta é uma receita de família, é uma versão diferente de uma "torta de bolacha" e super fácil de fazer!

Vamos aos ingredientes:

-5 ovos (gemas separadas das claras)
-350 ml de doce de leite ( de preferência de qualidade)
-350 ml de  creme de leite pasteurizado (Nata)
-5 colheres de sopa de açúcar.

Modo de preparo:

1- Bater as claras com o açúcar até esbranquecer.

2-Acrescentar as gemas ao doce de leite e a nata.

3-Por último despejar lentamente o merengue e incorporar ele à mistura cuidando para que ele não perca o seu volume original.

4-Bater no processador (ou no liquidificador) as bolachas até que estejam trituradas por completo (como uma areia).

5- Alterne as camadas de creme e bolacha.


Observações: 

Você pode usar ao invés de bolacha Maria a bolacha Maizena que também fica boa!

Se você não tiver um processador ou liquidificador, você pode triturá-las colocando as bolachas em um pano, feche-o bem e bata com o sovador até que estejam bem trituradas.




terça-feira, 18 de março de 2014

Artigo: História do Cupcake

A história do Cupcake                            

Estes pequenos bolos tiveram origem no Reino Unido, onde são chamados até hoje de Fairy Cakes (bolo das fadas). Tradicionalmente era um bolinho de baunilha com cobertura de fondant, presente no clássico chá da tarde (chá das 5).

O termo Cupcake foi mencionado pela primeira vez no livro "Seventy-Five Receipts for Pastry, Cakes, and Sweetmeats" de Eliza Leslie em 1828.

O "The Oxford Encyclopedia of Foodand Drink in America" explica que o nome tem um duplo sentido, pois a receita do bolo é medida em cups (xícaras) e assada nelas. Isso foi revolucionário por causa do tempo que se demorava para assar os bolos e a facilidade em medir os ingredientes que originalmente eram pesados, claro não dispensando o tamanho das porções que também levava a praticidade.

Então em meados de 1900 esses bolos se tornaram populares devido a sua facilidade de cozimento.. 

Originalmente os sabores eram básicos, feitos para crianças. Hoje se encontram as mais diversas combinações de massas, recheios e coberturas, apresentações mais lúdicas e modernas.

O bolinho original não possui recheios, para adaptar ao gosto dos brasileiros o cupcake recebeu recheios deliciosos como trufados; geléias de morango, framboesa, pêssego, kiwi, damasco, maracujá, amora, nozes, castanha de caju, coco fresco ralado, cacau, cupuaçu, goiaba, graviola; creme de baunilha, doce de leite; ganache de limão, chocolate branco e preto, aromatizados com diversos licores e etc.


Hoje este bolinho é indispensável em eventos, aniversários coquetéis, festas de 15 anos e até em casamentos, onde eles são personalizados de acordo com o tema do evento.



quinta-feira, 13 de março de 2014

Artigo: Como servir bem sempre e com excelência.

Como servir bem sempre e com excelência!
Muito se fala da arte de preparar cardápio, da arte de cozinhar, da arte de servir com elegância etc. É como se todas as vertentes artísticas chegassem pelo serviço de valet, passassem pelo salão do restaurante e se infiltrassem na cozinha. Depois, expostas em bandejas, como peças sagradas de um museu, fossem oferecidas em forma de poesia pelos garçons, e recebidas com aplausos pelos clientes. A matéria-prima transformada em prato minuciosamente decorado. Saboroso. Requintado. Às vezes, simples, mas inesquecível. Um clássico, a arte do Chef!
É coisa de artista essa história de abrir e manter um estabelecimento de refeição fora do lar. É preciso ter muito jogo de cintura, sim! Tanto para aprender quanto para ensinar, porque, por mais que você já saiba, muita coisa ainda está por vir. Por mais preparado, sempre há o inusitado, o ato inédito de um colaborador ou o distinto cavalheiro, óbvio, reclamou a desatenção em voz alta...
Na sequência, vale lembrar o escândalo exclusivo de um cliente que disse ter encontrado um corpo estranho na sua comida, bem parecido com o próprio cabelo. E a garçonete malabarista que, se estivesse mais treinada, não teria derrubado um copo com suco em cima do cliente.
O que fazer nessas horas?
Parece brincadeira, mas não é. Arte é coisa séria. E cozinha também!!
Substituir alguém que já sabe a rotina da casa é desperdício na certa. De tempo e de saber. Essa gestão do conhecimento que se esvai pelo ralo da pia a cada bom colaborador trocado. É preciso evitar o “turnover” (rotatividade) de trabalhadores por falta de treinamento e/ou plano de carreira.
 A arte de administrar não é tão simples quanto parece em um primeiro momento. Para quem é apaixonado por gastronomia, abrir as portas de um estabelecimento é ótimo. Mas, toda comemoração tem o dia seguinte, o momento de organizar a casa, fazer um levantamento do que foi quebrado, perdido ou gasto a mais, ou até mesmo certo desperdício espalhado pelo chão e/ou jogado no lixo.
Existem restaurantes que cobram pelas sobras no prato deixadas pelo cliente... É um pequeno ato rumo à responsabilidade social.
O bom administrador contrata uma consultoria adequada, organiza um plano de negócios detalhado, reforma o estabelecimento por dentro (se necessário), moderniza o sistema de atendimento, treina os colaboradores e, é claro, troca o colaborador desmotivado (casos como esses não tem nada a ver com rotatividade, mas sim, com falta de vontade de trabalhar).
Durante sua gestão, ele controla os custos, orienta os contratados quanto à importância de não se desperdiçar matéria-prima, energia, tempo e conhecimento. Desperdício de conhecimento? Sim! Quando uma pessoa não utiliza o tempo disponível para aprender, está jogando fora um momento precioso de sua vida, onde ele poderia aprender mais e evoluir seus pensamentos, até mesmo com relação ao seu próprio trabalho.

O bom é que o empresário pode escolher a arte que quer apresentar ao cliente. Se seguir o manual do bom administrador, com certeza, será um vencedor do tempo e do mercado financeiro. Sobrevive, nesse mercado, quem se dedica ao planejamento do seu estabelecimento. Depende de como o empresário quer atuar e dirigir a sua equipe. E não esquecendo sempre de que o bom empresário deve ser o exemplo!

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Receita: Beef Wellington

Beef Wellington



Pessoal,eu criei uma nova adapta
ção da receita tradicional do beef wellington para tornar ainda mais facil de fazer no dia a dia.

Para o preparo de uma porção:

Ingredientes:

-400 g de filé mignon
-150 g de presunto de parma fatiado
-500 g de massa folhada
-200 g de cogumelos Paris cortados em fatias medias
-2 gemas batidas
-Sal e pimenta do reino a gosto

Modo de Preparo:

1-Tempere o filé mignon com sal e pimenta do reino moida na hora e doure em todos os lados da carne.

2-Leve para resfriar por 30 minutos na geladeira.



3-Enrole o presunto cru em volta da carne.

4-Coloque a carne por cima da massa folhada (no meio), passe a gema batida em volta e enrola para fechar.

5-Faça alguns cortezinhos na parte de cima (para o ar escapar enquanto assa) e leve ao forno em 200ºC até dourar (cerca de 15 minutos).


6-Deixe descansar por 15 minutos, corte ao meio e sirva com cogumelos salteados e pure de batatas.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Receita: Tortéi de abóbora


Olá pessoal!

Esta é
 uma receita de familia que aprendi com meus avós e foi guardada de geração em geração. 

Ela pode ser feita de várias formas: com molho branco, molho de frango, com manteiga clarificada.... 


Ingredientes: 

Massa

-9 colheres de farinha de trigo
-4 gemas de ovos
-Meia casca de ovo de água


Recheio

-1 moranga
-2 batatas doces
-Farinha de rosca
-2 pacotes de queijo parmesao ralado

-Canela em pó
-3 colheres de sopa de açúcar
-1 colher de chá de sal

Modo de preparo:

Massa


Amassar bem, espichar bem e não deixar ela secar. 
Cortar em quadrados pequenos para depois colocar o recheio.

Recheio

1- Cozinhar a moranga com casca e batata doce em água fervente por aproximadamente 30 minutos.
2- Amassar a moranga e a batata.
3- Acresentar o sal e o açúcar.
4- Acrescentar o queijo ralado, a canela em pó e a farinha de rosca até obter o ponto de uma massa lisa e homogenea. 
5- Coloque o recheio na massa e feche os tortéis.
6- Cozinhe em água fervente ate que os tortéis subam na agua.


OBS: Pode ser servido salteado na manteiga e com molho de frango, arroz e salada verde.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Receita: Aligot

Para quem nao sabe, o Aligot ( prato frances) é uma espécie de purê de batatas com queijos.




Ingredientes para o purê de batata:
-1 kg de batatas rosenthal
-200 ml de creme de leite fresco
-100 ml de leite integral
-45 g de manteiga
-Sal
-Água

Modo de preparo:

1- Cozinhe as batatas em água com sal até começarem a abrir.
2- Descasque-as ainda quente. Esprema as batatas no passador de legumes e depois em uma peneira bem fina.
4- Numa outra panela aqueça a manteiga, o creme de leite e o leite.
5- Acrescente as batatas amassadas e cozinhe em fogo bem baixo por aproximadamente 15 minutos. 




Ingredientes para o Aligot:

-200 g de Purê de Batata
-100 g de queijo Minas padrão ralado
-100 g de queijo gruyére ralado

Modo de preparo:

1- Em uma panela pequena, aqueça o purê de batata, em fogo baixo.
2- Acrescente os queijos ralados, alternadamente começando pelo queijo Minas padrão e, vá acertando o ponto, enquanto mexe sem parar com uma colher de pau, até que esteja uma massa lisa, 
 homogênea e elástica.

domingo, 22 de setembro de 2013

Receita: Vatapá

O vatapá é um prato típico da Bahia. Para o acarajé ficar completo não pode faltar o vatapá como acompanhamento. Alguns estados brasileiros têm suas próprias versões, mas para o acarajé o ideal é preparar o legítimo vatapá baiano. O Vatapá é muitas vezes comido com arroz branco em outras regiões do Brasil. Você também pode substituir o camarão por atum, galinha, bacalhau entre outras opções.

Segue aqui a receita original:

Ingredientes                      



- 100 g  de pão dormido      
- 60 g de bacalhau cozido desfiado 
- 60 g de cebola ralada     
- 50 ml de azeite de dendê 
- 20 g de camarões secos        
- 15 g de castanha de cajú
- 15 g de amendoim         
- ½ Colher de sopa de gengibre ralado                
- 100 ml de leite de côco     
- 200 ml de caldo de peixe  
- Sal e pimenta a gosto                                   
- Leite quanto baste                    

Modo de Preparo:


1-Molhe o pão no leite.

2-Esprema o 
pão, passe no processador e coloque o leite de côco.
3-Processe o amendoim e as castanhas torradas e sem cascas com o gengibre e metade dos camarões secos.

4-Refogue a cebola,o restante dos camarões descascados,a mistura processada e o bacalhau no azeite de dendê e coloque a pimenta.

5-Acrescente o creme do pão, e o caldo de peixe aos poucos.

6-Acerte o sal e cozinhe até atingir uma consistência pastosa e soltando da panela.



OBS: Pode-se comer com arroz branco e salada verde.


sábado, 13 de julho de 2013

Receita: Hummus


Para quem não sabe, o Hummus é um prato árabe muito apreciado. Hummus (em árabe حُمُّص, hommos) significa significa grão-de-bico, sendo chamada também de homus tahine (grão-de-bico com tahine), homos ou musabbaha.


Ingredientes:                                         

-1 xícara de grão-de-bico 
-1/2 xícara da água do cozimento do grão-de-bico
-1/2 xícara de azeite de oliva
-Suco de 2 limões
-5  dentes de alho 
-1 colher (sopa) de tahine 
-sal a gosto

Modo de Preparo:


1-Deixe o grão de bico de molho numa panela com água por 24 horas.
2-Cozinhe o grão de bico na panela de pressão por 30 minutos. Deixe esfriar.
3- Assim que esfriar, retire a pelezinha do grão de bico.
4- No multiprocessador, bata o grão de bico com o restante dos ingredientes até ficar uma pasta homogênea. Se ficar grossa, coloque mais um pouco da água do cozimento.
5-Corrija com o sal, coloque em um recipiente e cubra com um fio de azeite.

Sirva com pão sírio torrado, ou pão de sua preferência.



OBS:  Salsinha, cebola, cominho e pimenta também podem ser adicionados ao hummus.



terça-feira, 9 de julho de 2013

Receita: Frango com mostarda Dijon e mel


Ingredientes
Para o Frango:     
8 coxas ou sobrecoxas de frangoSal
Suco de 1 limão pequeno
3 folhas de louro de preferência frescas
1/4 xícara (chá) de vinho branco seco (opcional)
4 colheres de sopa de azeite de oliva
Para o Molho
2 colheres (sopa) de mostarda em grão
2 colheres (sopa) de mostarda (tipo Dijon)

3 colheres (sopa) de mel
Misture tudo e reserve
Modo de Preparo:
1-Tempere o frango com o louro, o sal e o vinho. Deixe marinando por 1 hora no mínimo.
2-Preaqueça o forno a 200 graus.

3-Disponha as sobrecoxas em uma fôrma refratária, misture os ingredientes do MOLHO (mostarda em 
grão, mostarda dijon e o mel) e passe nas coxas.
4-Regue com um pouco do caldo que se formou dos temperos, cubra com papel alumínio e leve para assar por mais ou menos meia hora (ou até estar cozido), depende da potência do seu forno.
5- Retire a folha de alumínio, e deixe dourar em temperatura máxima.
Sirva com arroz branco e salada verde

OBS: Eu utilizei na minha receita a mostarda em grão. Se voce não quiser usar não tem problema.

Você também pode acrescentar alho se for de seu gosto, fica muito bom!  

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Receita: Tortinhas de limão



Patê Sucré (massa)                                                            

200 g de farinha de trigo peneirada
Uma pitada de sal
100 g de açúcar
100 g de manteiga sem sal, em cubos
1 gema de ovo
cerca de 2 colheres de chá de água

Faça uma farofa com a farinha, a manteiga e o açúcar  Acrescente a gema e a água. Misture até formar uma massa uniforme. Deixe descansar por meia hora na geladeira.
Coloque a massa nas assadeiras pequenas de sua preferencia e modele a massa na forma.
Fure com o garfo a massa e asse por 15 minutinhos no forno médio a 180 graus.

Recheio
1 ½ xícara de leite condensado
½ xícara de suco de limão
Misture até formar um creme liso e homogêneo. Despeje em cima da massa já assada.
Merengue
3 claras
2 xícaras de açúcar
Raspas de limão 1 limão
Bata as claras e vá acrescentando o açúcar aos poucos. Por último misture as raspas de limão  Quando estiver em ponto de neve retire, decore a sua torta e    leve ao forno por 10 minutos, ou até que o merengue esteja dourado.